{"id":893,"date":"2021-09-01T20:03:08","date_gmt":"2021-09-01T23:03:08","guid":{"rendered":"http:\/\/x-enapol.org\/vii\/?p=893"},"modified":"2021-09-02T09:45:28","modified_gmt":"2021-09-02T12:45:28","slug":"ana-lydia-santiago-rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enapol.com\/vii\/pt\/ana-lydia-santiago-rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens\/","title":{"rendered":"Ana Lydia Santiago &#8211; RUMO AO VII ENAPOL \u2013 \u201cO IMP\u00c9RIO DAS IMAGENS\u201d"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1352px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p class=\"entry-title\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Ana Lydia Santiago<\/strong><\/p>\n<div class=\"post-content\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cIrritadas com a beleza da vizinha, duas adolescentes resolveram atac\u00e1-la a facadas. A jovem bonita demais teve seu rosto cortado e deformado. As imagens foram postadas pela irm\u00e3 da v\u00edtima, na Internet<\/em>\u201d<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Esse fato, divulgado recentemente na m\u00eddia argentina, tamb\u00e9m j\u00e1 foi pauta de colunas policiais de jornais brasileiros. No caso referido, uma imagem admir\u00e1vel constitui-se amea\u00e7a e imp\u00f5e resposta agressiva. Pela passagem ao ato programada e anunciada, as agressoras eliminam tal amea\u00e7a, substituindo-a por algo repulsivo e, assim procedendo, cumprem a inten\u00e7\u00e3o de transformar uma imagem graciosa numa r\u00e9plica da de\u00a0<em>Chucky<\/em>, o boneco assassino, um dos \u00edcones do terror mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O insuport\u00e1vel em face da imagem perfeita, por outro lado, contrasta com o prazer associado \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>fakes<\/em>, um fen\u00f4meno atual de uso de imagens de pessoas bonitas e famosas<em>,\u00a0<\/em>que possibilita a cria\u00e7\u00e3o de perfis simulados que ocultam a identidade real de usu\u00e1rios da Internet. O\u00a0<em>fake\u00a0<\/em>\u00e9 exemplo de uma nova maneira de inventar-se um \u201ceu\u201d e, mesmo, de acreditar-se nessa nova forma, a partir de imagens perfeitas e globalizadas, que imperam como estampas consagradas de fama, sucesso e poder. Na mesma vertente, tamb\u00e9m \u00e9 comum a simula\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos e agendas, para fazer crer a outros um perfil falso de profissionais, empres\u00e1rios ou intelectuais bem-sucedidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A literatura fornece, igualmente, algumas express\u00f5es de falsa identidade<strong>\u00a0\u0336\u00a0<\/strong>entre outras, a do assassino Scharlach, personagem enfatuado e vingativo de \u201cA morte e a b\u00fassola\u201d, de Jorge Luiz Borges<em>.\u00a0<\/em>Segundo Ricardo Piglia, essa figura exemplifica o her\u00f3i contempor\u00e2neo, pois vive na pura representa\u00e7\u00e3o, sem marcas pessoais, sem identidade:\u00a0<em>\u201cHer\u00f3i \u00e9 quem se dobra ao estere\u00f3tipo, quem inventa para si uma mem\u00f3ria artificial e uma vida falsa\u201d<\/em>. Essa dissolu\u00e7\u00e3o da subjetividade, tomada como produto da pol\u00edtica de massa, \u00e9 apontada por esse autor como um tipo reinventado de consci\u00eancia, que se caracteriza por ambiguidade e duplicidade:\u00a0<em>\u201cTodos sentem a mesma coisa e recordam a mesma coisa, e o que sentem e recordam n\u00e3o \u00e9 o que viveram\u201d<\/em><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o diversos e acess\u00edveis os recursos que, hoje, favorecem a profus\u00e3o de imagens, a cria\u00e7\u00e3o de realidades virtuais, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o das mascaradas, das fantasias, dos duplos, dos simulacros e dos fetiches do corpo. Em que esse quadro mudou, se comparado ao de h\u00e1 20 anos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 como negar que mudan\u00e7as no \u00e2mbito da Internet criaram novas condi\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas, em que as informa\u00e7\u00f5es, estruturadas por dados entre zero e um, de maneira bin\u00e1ria, passaram a circular em uma rede que se torna cada vez mais universal. Alguns soci\u00f3logos sustentam que isso, sem d\u00favida, contribui para a ideia geral de uma aus\u00eancia de diferencia\u00e7\u00e3o entre o virtual e o real. Patino<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, entre eles, defende que as modernas condi\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas provocaram uma perturba\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o humana. Antes, acreditava-se que a Internet era apenas uma m\u00eddia. Contudo essa rede mostrou-se um espa\u00e7o social em que coabita uma infinidade de coisas, inclusive rela\u00e7\u00f5es amorosas, e, por isso, se mostra prop\u00edcio ao compartilhamento de imagens, testemunhos, informa\u00e7\u00f5es e outros dados, bem como \u00e0 compra de objetos e itens os mais diversos. O quem, consequentemente, implica diferentes impactos, que transformam n\u00e3o s\u00f3 a vida dos indiv\u00edduos como tais, mas tamb\u00e9m sua condi\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica. Tal constata\u00e7\u00e3o sugere que, em decorr\u00eancia de uma sociedade t\u00e3o conectada e da produ\u00e7\u00e3o de modos de vida diferentes dos anteriormente vivenciados<strong>,\u00a0<\/strong>algo novo est\u00e1 em curso de cria\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 \u0336 uma nova sociedade, um novo poder econ\u00f4mico, uma nova distribui\u00e7\u00e3o de poder pol\u00edtico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que interessa \u00e0 psican\u00e1lise, nessa esfera, s\u00e3o os sintomas resultantes de tais transforma\u00e7\u00f5es. E, a prop\u00f3sito, pode-se perguntar: o que esse novo dom\u00ednio, em que se destacam as imagens na linguagem e nas rela\u00e7\u00f5es com os objetos, introduz de novo no tocante \u00e0s formas de manifesta\u00e7\u00e3o de sintomas e \u00e0 correla\u00e7\u00e3o entre estes e o gozo? No imp\u00e9rio das imagens, o que os sintomas esclarecem acerca do real do inconsciente?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O empenho em se confrontar a incid\u00eancia do imagin\u00e1rio em sintomas do tempo atual, tendo-se como par\u00e2metro o que acontecia 20 anos atr\u00e1s, tem uma raz\u00e3o: foi precisamente em 1995 que Jacques-Alain Miller<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>\u00a0isolou tr\u00eas imagens diferenciadas na psican\u00e1lise. Para fazer jus, na \u00e9poca, ao tema por ele proposto para o V Encontro do Campo Freudiano \u2013, denominou-as \u201c<em>imagens rainha\u201d\u00a0<\/em>e definiu-as como\u00a0<em>\u201caquelas imagens que sobrevivem ao naufr\u00e1gio do mundo das imagens, na psican\u00e1lise\u201d<\/em><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a><em>.<\/em>\u00a0Ao privilegiar o dizer em detrimento do ver, a experi\u00eancia anal\u00edtica promove uma verdadeira defla\u00e7\u00e3o no mundo das imagens. As que sobrevivem a esse efeito s\u00e3o especialmente correlacionadas com o gozo investido na satisfa\u00e7\u00e3o autoer\u00f3tica da fantasia e realizam a captura significante do gozo, sob o imp\u00e9rio do olhar, j\u00e1 que este, como se sabe, se caracteriza por ser essencialmente\u00a0<em>\u201csem imagem\u201d<\/em>. Miller extrai tr\u00eas imagens\u00a0<em>rainha\u00a0<\/em>referentes ao corpo \u0336 o pr\u00f3prio corpo, o corpo do Outro e o falo. Assim, destaca que \u00e9 no corpo que o imagin\u00e1rio se amarra ao gozo. Para cada uma dessas imagens, ele designa um operador l\u00f3gico, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 a de destac\u00e1-las, conferindo-lhes valor de unidade:\u00a0<em>\u201cA partir do momento que h\u00e1 uma imagem Una, ela \u00e9 significantizada\u201d<\/em><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da primeira imagem rainha, o operador que age no campo da vis\u00e3o \u00e9 o espelho. O pr\u00f3prio corpo \u00e9 o corpo do est\u00e1gio do espelho, concebido por Lacan como uma forma visual adquirida n\u00e3o sem o gozo do j\u00fabilo, que constitui a matriz do \u201ceu\u201d e a ideia de si mesmo como corpo, com que o\u00a0<em>falasser<\/em>\u00a0mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o de adora\u00e7\u00e3o<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que concerne \u00e0 segunda imagem, o corpo do Outro \u00e9 aquele sobre o qual o sujeito faz a leitura \u00f3ptica da castra\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, a anatomia \u00e9 o que atua no campo da vis\u00e3o, possibilitando a formaliza\u00e7\u00e3o significante, pois se constitui suporte de uma presen\u00e7a e, simultaneamente, de uma aus\u00eancia. O operador l\u00f3gico que age no campo da vis\u00e3o \u00e9, ent\u00e3o, o v\u00e9u. A roupa vela o nada, em alguma coisa, fazendo-o existir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O falo, a terceira imagem rainha, \u00e9 a forma erigida do \u00f3rg\u00e3o masculino, transformada em significante \u0336 o \u201csignificante imagin\u00e1rio\u201d, como prop\u00f5e Lacan \u0336 , que conserva todas as articula\u00e7\u00f5es imagin\u00e1rias, de que derivam os objetos chamados fetiches<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. O operador l\u00f3gico do falo \u00e9 o escabelo. Miller enumera uma s\u00e9rie de express\u00f5es para designar o que age no campo da vis\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o ao falo \u0336 apoio, pedestal, fenda, janela,\u00a0<em>\u201c<\/em>[\u2026]<em>\u00a0enfim, toda uma s\u00e9rie de operadores visuais que delimita e isola o que, por seu oficio, pode ser oferecido exposto como uma imagem una. \u00c9 nesta s\u00e9rie que encontramos os operadores que, de fato, fazem, da melhor maneira, significantes com as imagens\u201d<a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com vistas a contribuir para o aprofundamento da reflex\u00e3o sobre o tema do VII Enapol \u2013 \u201cO imp\u00e9rio das imagens\u201d<em>\u00a0\u2013<\/em>, saliento uma \u00faltima indica\u00e7\u00e3o de Miller a respeito dessas tr\u00eas imagens rainha da psican\u00e1lise: o fato de elas realizarem uma captura do gozo precisamente porque est\u00e3o sob o imp\u00e9rio do olhar. Na extens\u00e3o da polaridade entre o ver e o mostrar-se, deixo o convite para os analistas esclarecerem, com base na pr\u00e1tica da psican\u00e1lise, o que h\u00e1 de novo na cl\u00ednica sob o imp\u00e9rio das imagens.<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div class=\"post-content\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0Publicado no\u00a0<em>site<\/em>\u00a0<em>El Clar\u00edn<\/em>, di\u00e1rio argentino, e em\u00a0<em>O Tempo<\/em>, jornal de Belo Horizonte\/MG\/Brasil, de 1\u00ba de outubro de 2014, p. 29. http:\/\/www.clarin.com\/sociedad\/Desfiguraron-chica-anos-linda_0_1222077855.html.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>\u00a0PIGLIA, Ricardo.\u00a0<em>Formas breves.\u00a0<\/em>S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 45.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>\u00a0Cientista pol\u00edtico, autor de livro sobre as transforma\u00e7\u00f5es antropol\u00f3gicas, sociais e econ\u00f4micas induzidas pela entrada na era num\u00e9rica. Ver: FOGEL, Jean-Fran\u00e7ois; PATINO, Bruno.\u00a0<em>La condition num\u00e9rique<\/em>. Paris: Grasset, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a>\u00a0Confer\u00eancia proferida no V Encontro do Campo Freudiano, realizado no Rio de Janeiro\/Brasil, em abril de 1995, e publicada em: MILLER, Jacques-Alain.\u00a0<em>Lacan elucidado.\u00a0<\/em>Rio de janeiro: Jorge Zahar, 1997. p. 575-595.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a>\u00a0MILLER, o<em>p. cit.\u00a0<\/em>p. 578.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a><em>\u00a0Ibidem,\u00a0<\/em>p. 579.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a>\u00a0LACAN, Jacques.\u00a0<em>O Semin\u00e1rio,\u00a0<\/em>livro 23:\u00a0<em>o Sinthoma.\u00a0<\/em>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. p. 64.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a>\u00a0MILLER, o<em>p. cit.\u00a0<\/em>p. 579.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/oimperiodasimagens.com\/pt\/faq-items\/rumo-ao-vii-enapol-o-imperio-das-imagens-ana-lydia-santiago\/#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a>\u00a0<em>Ibidem.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[106,100],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/893"}],"collection":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=893"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/893\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":910,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/893\/revisions\/910"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=893"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=893"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/vii\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=893"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}