{"id":1177,"date":"2021-09-09T02:31:34","date_gmt":"2021-09-09T02:31:34","guid":{"rendered":"http:\/\/x-enapol.org\/viii\/?p=1177"},"modified":"2021-09-09T02:31:34","modified_gmt":"2021-09-09T02:31:34","slug":"15-desafios-da-clinica-contemporanea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enapol.com\/viii\/pt\/15-desafios-da-clinica-contemporanea\/","title":{"rendered":"#15 &#8211; Desafios da cl\u00ednica contempor\u00e2nea"},"content":{"rendered":"<p><div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1352px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p style=\"text-align: justify;\">Nesta oportunidade, lhes oferecemos uma s\u00e9rie de trabalhos que muito nos causam para o trabalho em dire\u00e7\u00e3o aos\u00a0<i>Enredos familiares\u00a0<\/i>e as consequ\u00eancias na cl\u00ednica atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho de\u00a0<i>Gladys Mart\u00ednez<\/i>, da NEL, nos permite pensar\u00a0<i>a viol\u00eancia e as segrega\u00e7\u00f5es familiares<\/i>\u00a0apoiada nisso que de modo t\u00e3o descarnado e cruamente nos mostra o filme<i>\u00a0Manchester sobre o mar<\/i>, relato que tamb\u00e9m\u00a0<i>Nicol\u00e1s Bouso\u00f1o<\/i>\u00a0articula em sua leitura sobre a fraternidade discreta, recordando como &#8211; frente \u00e0 falta de b\u00fassola contempor\u00e2nea &#8211; o discurso anal\u00edtico pode abrir a via da orienta\u00e7\u00e3o fundamental do objeto\u00a0<i>a<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado,\u00a0<i>D\u00e9bora Ravinovich<\/i>,\u00a0<i>Mar\u00eda Rita Guimar\u00e3es<\/i>\u00a0e\u00a0<i>Jos\u00e9 Fernando Vel\u00e1zquez<\/i>\u00a0nos introduzem vivamente nas Novas configura\u00e7\u00f5es familiares perguntando-se: O que \u00e9 um pai, o que \u00e9 uma m\u00e3e, o que s\u00e3o os irm\u00e3os, no contexto contempor\u00e2neo? Pois, frente \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es das configura\u00e7\u00f5es familiares, determinadas pelos novos valores e cren\u00e7as sobre os gozos agora poss\u00edveis pelo discurso do mercado e pela biotecnologia, pela incerteza generalizada, a falta de garantias e sustento dos modelos familiares tradicionais, esses pap\u00e9is familiares se veem \u00abrenovados\u00bb em seu alcance e dimens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E algumas consequ\u00eancias no social, nos diz\u00a0<i>Maria Wilma Farias<\/i>, s\u00e3o \u00ab\u2026fam\u00edlias intoxicadas\u00bb, para se pensar tamb\u00e9m a cl\u00ednica de hoje e as toxicomanias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m\u00a0<i>Gast\u00f3n Cottino<\/i>\u00a0se pergunta acerca das formas com que certas institui\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias ou de prote\u00e7\u00e3o dos direitos tentam suplantar, utopicamente, o familiar, reduzindo a opera\u00e7\u00e3o de transmiss\u00e3o de uma lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos eles s\u00e3o trabalhos valiosos para pensar a operatividade do discurso anal\u00edtico nos desafios que a cl\u00ednica contempor\u00e2nea nos apresenta, para procurar despontar, a cada vez, o sujeito e sua modalidade de gozo, e orientar-nos pelo real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Claudia Lijtinstens<\/strong><br \/>Respons\u00e1vel C\u00f3rdoba VIII ENAPOL<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:10px;margin-bottom:10px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-video fusion-youtube\" style=\"--awb-max-width:800px;--awb-max-height:450px;--awb-align-self:center;--awb-width:100%;\"><div class=\"video-shortcode\"><div class=\"fluid-width-video-wrapper\" style=\"padding-top:56.25%;\" ><iframe title=\"YouTube video player 1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-_5ftDztTQM?wmode=transparent&autoplay=0\" width=\"800\" height=\"450\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\"><\/iframe><\/div><\/div><\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:10px;margin-bottom:10px;width:100%;\"><\/div><div class=\"accordian fusion-accordian\" style=\"--awb-border-size:0px;--awb-icon-size:16px;--awb-content-font-size:15px;--awb-icon-alignment:left;--awb-hover-color:#f9f9f9;--awb-border-color:#cccccc;--awb-background-color:#ffffff;--awb-divider-color:rgba(224,222,222,0);--awb-divider-hover-color:rgba(224,222,222,0);--awb-icon-color:#ffffff;--awb-title-color:#0075a8;--awb-content-color:#222222;--awb-icon-box-color:#333333;--awb-toggle-hover-accent-color:#46b1fd;--awb-title-font-family:&quot;Raleway&quot;;--awb-title-font-weight:700;--awb-title-font-style:normal;--awb-title-line-height:1.5;--awb-content-font-family:&quot;Open Sans&quot;;--awb-content-font-style:normal;--awb-content-font-weight:400;\"><div class=\"panel-group fusion-toggle-icon-boxed\" id=\"accordion-1177-1\"><div class=\"fusion-panel panel-default panel-eec79275799d45ffa fusion-toggle-no-divider\"><div class=\"panel-heading\"><h4 class=\"panel-title toggle\" id=\"toggle_eec79275799d45ffa\"><a aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"eec79275799d45ffa\" role=\"button\" data-toggle=\"collapse\" data-parent=\"#accordion-1177-1\" data-target=\"#eec79275799d45ffa\" href=\"#eec79275799d45ffa\"><span class=\"fusion-toggle-icon-wrapper\" aria-hidden=\"true\"><i class=\"fa-fusion-box active-icon awb-icon-minus\" aria-hidden=\"true\"><\/i><i class=\"fa-fusion-box inactive-icon awb-icon-plus\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><span class=\"fusion-toggle-heading\">O homem livre e a fraternidade discreta - Nicol\u00e1s Bouso\u00f1o<\/span><\/a><\/h4><\/div><div id=\"eec79275799d45ffa\" class=\"panel-collapse collapse \" aria-labelledby=\"toggle_eec79275799d45ffa\"><div class=\"panel-body toggle-content fusion-clearfix\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse excelente filme nos brinda com a oportunidade de abordar a \u00e1rea onde assuntos familiares se entrela\u00e7am com os aspectos mais delicados e insond\u00e1veis do humano, essa \u00e1rea que nos ocupamos diariamente como analistas e que interessa, sobremaneira, ao pr\u00f3ximo ENAPOL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pequena comunidade &#8211;\u00a0<i>Manchester by the sea<\/i>, pr\u00f3xima de Boston, EUA \u2013 \u00e9 o cen\u00e1rio onde se desenvolve uma trag\u00e9dia moderna que articula fatalidade e conting\u00eancia, um cl\u00e1ssico em plena atualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio, a trama est\u00e1 centrada em Lee (Casey Affleck), seu protagonista. Apresentado como um personagem tenso, solit\u00e1rio e praticamente \u00e0 margem das quest\u00f5es cotidianas da vida. Seu trabalho como encarregado da manuten\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios ocupa todo seu tempo, detido aos dejetos dos quais deve ocupar-se &#8211; o lixo, os vasos sanit\u00e1rios, os canos entupidos -, segue com seus afazeres, insens\u00edvel aos desejos alheios que encontra levando adiante a sua tarefa, em especial das mulheres. Sua \u00fanica distra\u00e7\u00e3o parece ser sair para beber em bares, onde uma e outra vez ignora a sutileza do desejo, transformando-a na oportunidade para tomar-se ferozmente por socos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A irrup\u00e7\u00e3o de um acontecimento familiar \u2013 a morte do irm\u00e3o \u2013 rompe a rotina que Lee sustentava com tanta determina\u00e7\u00e3o e nos revela a trama em que se sustenta sua decis\u00e3o subjetiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de morrer, seu irm\u00e3o buscou expressar sua \u00faltima vontade: que Lee assuma os cuidados de seu filho de 16 anos. Esse ato est\u00e1 repleto de consequ\u00eancias, pois convoca Lee ao lugar donde com tanto empenho buscava se afastar: seu povo, sua hist\u00f3ria, seus afetos, sua responsabilidade subjetiva. \u00c9 o la\u00e7o fraterno que o traz de volta ao mundo dos vivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de ent\u00e3o, o filme aborda os esfor\u00e7os de Lee no momento presente: suas tentativas de esquivar-se deste chamado, seu consentimento ao pedido do irm\u00e3o, o exerc\u00edcio de assumir o lugar de tutor e, ao mesmo tempo, a recorda\u00e7\u00e3o do que o levou a sua posi\u00e7\u00e3o melanc\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lee tinha sido um homem despreocupado, teve uma fam\u00edlia, uma mulher e tr\u00eas filhos que amava. Em uma noite, depois de uma reuni\u00e3o com amigos, \u00e1lcool e drogas em sua casa, decide sair para comprar mais cerveja no intuito de sossegar ainda mais para poder dormir. Antes, se ocupa para que sua fam\u00edlia n\u00e3o sinta o frio e acende um fogareiro. Caminha, pois temia os efeitos do \u00e1lcool se dirigisse. No caminho, lembra-se que se esqueceu de colocar o protetor de fa\u00edscas no aparato, mas descarta sua preocupa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o aconteceria nada. Ao retornar encontra o inferno: a casa em chamas, sua mulher em uma ambul\u00e2ncia e as crian\u00e7as que n\u00e3o conseguiram escapar do fogo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na delegacia, conta o que aconteceu com detalhes. Os policiais o escutam atentamente e lhe respondem: voc\u00ea recebeu o pior castigo poss\u00edvel, pagou car\u00edssimo o erro que cometeu. Posso ir? Pergunta Lee, incr\u00e9dulo. Sim, lhes dizem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sua passagem ao ato assinala a diferen\u00e7a entre a responsabilidade que determina a lei social e o sentido da responsabilidade subjetiva. Lee levanta atordoado, agarra a arma e tenta disparar em um policial. Nem a intoxica\u00e7\u00e3o, nem a sorte lhe servem de \u00e1libi, ele \u00e9 julgado culpado e pagar\u00e1. Apesar de n\u00e3o conseguir disparar a arma, ali terminou sua vida, at\u00e9 a morte de seu irm\u00e3o: um irm\u00e3o que sabia da solid\u00e3o e desamparo, e cujo desejo lhe oferece uma nova chance.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A continua\u00e7\u00e3o do drama assinala que avan\u00e7ar por um lugar aberto pelo desejo do outro requer a decis\u00e3o subjetiva de ocup\u00e1-lo. O amor de Lee por seu sobrinho e o amor do jovem pela vida reconstroem algo do lugar do desejo; at\u00e9 que a carta marcada de um encontro casual com sua ex-mulher volta a confrontar Lee com sua encruzilhada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela, gr\u00e1vida, desculpa-se pelos insultos proferidos e ent\u00e3o, lhe diz que entende que ele tamb\u00e9m sofreu muito e que lhe ama; Lee, atordoado, sussurra que n\u00e3o, que n\u00e3o \u00e9 nada disso. O \u00e1lcool volta a apresentar-se ali como um instrumento do superego: Lee se embriaga e desmaia. Um sonho traum\u00e1tico marca o momento de uma nova partida, \u00abpai, n\u00e3o v\u00eas que estou queimando?\u00bb lhe disse sua filha \u2013 \u00abn\u00e3o posso venc\u00ea-lo\u00bb, disse Lee; pretende vencer a puls\u00e3o e, impotente, se retira. N\u00e3o sem dar um novo lugar ao sobrinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O filme exp\u00f5e de modo tr\u00e1gico o que nos fala Lacan quando assinala o homem \u00ablivre\u00bb da sociedade moderna \u2013 livre de suas determina\u00e7\u00f5es, livre das opacidades da palavra, livre dos la\u00e7os e levado a uma rela\u00e7\u00e3o imediata com o gozo \u2013 \u00ab\u00c9 essa v\u00edtima comovente, evadida de alhures, inocente, que rompe com o ex\u00edlio que condena o homem moderno \u00e0 mais assustadora gal\u00e9 social, que acolhemos quando ela vem a n\u00f3s; \u00e9 para esse ser de nada que nossa tarefa cotidiana consiste em reabrir o caminho de seu sentido, numa fraternidade discreta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qual sempre somos por demais desiguais\u00bb [1]: A figura do irm\u00e3o de Lee evoca essa fraternidade, que Lacan retoma o em seu texto \u00abIntrodu\u00e7\u00e3o te\u00f3rica \u00e0s fun\u00e7\u00f5es da psican\u00e1lise em criminologia\u00bb[2] e, mais tarde, na aula XVI do\u00a0<i>Semin\u00e1rio<\/i>\u00a0\u00ab&#8230; ou pior\u00bb[3], onde indica que \u00e9 por meio do la\u00e7o que permite alojar esse ser do nada, esse dejeto, sem julg\u00e1-lo; que pode ser interrogada a articula\u00e7\u00e3o entre o gozo e a culpa nas diferentes formas que pode tomar.\u00bbNosso irm\u00e3o transfigurado, \u00e9 isso que nasce da conjura\u00e7\u00e3o anal\u00edtica, e \u00e9 isso que nos liga \u00e0quele que chamamos, impropriamente, de nosso paciente\u00bb.[4]\n<div class=\"NotasPie\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Tradu\u00e7\u00e3o: Luis Francisco Camargo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NOTAS<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan, J., \u00abA agressividade em psican\u00e1lise\u00bb. In: _____. Escritos: Jorge Zahar Ed., 1998, p. 126.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan, J., \u00abIntrodu\u00e7\u00e3o te\u00f3rica \u00e0s fun\u00e7\u00f5es da psican\u00e1lise em criminologia\u00bb. In: ______. Escritos Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Ed., 1998, p. 151. Lacan ir\u00e1 formular ali a ideia de\u00a0<i>\u00abfraternidade eterna\u00bb<\/i>.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan, J.,\u00a0<i>\u00abO semin\u00e1rio, livro 19. &#8230; ou pior\u00bb<\/i>, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2012, p. 213-227.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><i>Ibid<\/i>, p. 2227.<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1352px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-title title fusion-title-1 fusion-sep-none fusion-title-text fusion-title-size-three\"><h3 class=\"fusion-title-heading title-heading-left fusion-responsive-typography-calculated\" style=\"margin:0;--fontSize:30;line-height:1.3;\">O pai, a m\u00e3e, as parentalidades e o psicanalista<\/h3><\/div><style type=\"text\/css\">.fusion-portfolio-wrapper#fusion-portfolio-1 .fusion-portfolio-content{ padding: 25px 25px 25px 25px; text-align: center; }<\/style><div class=\"fusion-recent-works fusion-portfolio-element fusion-portfolio fusion-portfolio-1 fusion-portfolio-grid fusion-portfolio-paging-pagination fusion-portfolio-three fusion-portfolio-boxed fusion-portfolio-text fusion-portfolio-equal-heights fusion-portfolio-rollover\" data-id=\"-rw-1\" data-columns=\"three\"><style type=\"text\/css\">.fusion-portfolio-1 .fusion-portfolio-wrapper .fusion-col-spacing{padding:16.5px;}<\/style><div class=\"fusion-portfolio-wrapper\" id=\"fusion-portfolio-1\" data-picturesize=\"fixed\" data-pages=\"0\" style=\"margin:-16.5px;\"><article id=\"portfolio-1-post-1513\" class=\"fusion-portfolio-post boletin-15-pt boletins fusion-col-spacing post-1513\"><div class=\"fusion-portfolio-content-wrapper\" style=\"border:none;background-color:rgba(255,255,255,1);\"><span class=\"vcard rich-snippet-hidden\"><span class=\"fn\"><a href=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/author\/gonzalozabala\/\" title=\"Entradas de gonzalozabala\" rel=\"author\">gonzalozabala<\/a><\/span><\/span><span class=\"updated rich-snippet-hidden\">2021-09-10T19:32:10+00:00<\/span><div  class=\"fusion-image-wrapper fusion-image-size-fixed\" aria-haspopup=\"true\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"214\" src=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2021\/09\/15_Maria-Rita-Guimaraes-250x214.jpg\" class=\"attachment-portfolio-three size-portfolio-three wp-post-image\" alt=\"\" \/><div class=\"fusion-rollover\">\n\t<div class=\"fusion-rollover-content\">\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a class=\"fusion-rollover-link\" href=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/pt\/portfolio-items\/na-contemporaneidade-sabemos-onde-estamos-quanto-ao-pai-e-a-mae\/?portfolioCats=270\">Na contemporaneidade, sabemos onde estamos quanto ao pai e \u00e0 m\u00e3e?<\/a>\n\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\n\t\t\t\t\t\t<a class=\"fusion-link-wrapper\" href=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/pt\/portfolio-items\/na-contemporaneidade-sabemos-onde-estamos-quanto-ao-pai-e-a-mae\/?portfolioCats=270\" aria-label=\"Na contemporaneidade, sabemos onde estamos quanto ao pai e \u00e0 m\u00e3e?\"><\/a>\n\t<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"fusion-portfolio-content\" style=\"background-color:rgba(255,255,255,1);\"><h2 class=\"entry-title fusion-post-title\"><a href=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/pt\/portfolio-items\/na-contemporaneidade-sabemos-onde-estamos-quanto-ao-pai-e-a-mae\/?portfolioCats=270\">Na contemporaneidade, sabemos onde estamos quanto ao pai e \u00e0 m\u00e3e?<\/a><\/h2><div class=\"fusion-post-content\"><\/div><\/div><\/div><\/article><article id=\"portfolio-1-post-1508\" class=\"fusion-portfolio-post boletin-15-pt boletins fusion-col-spacing post-1508\"><div class=\"fusion-portfolio-content-wrapper\" style=\"border:none;background-color:rgba(255,255,255,1);\"><span class=\"vcard rich-snippet-hidden\"><span class=\"fn\"><a href=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/author\/gonzalozabala\/\" title=\"Entradas de gonzalozabala\" rel=\"author\">gonzalozabala<\/a><\/span><\/span><span class=\"updated rich-snippet-hidden\">2021-09-10T19:24:09+00:00<\/span><div  class=\"fusion-image-wrapper fusion-image-size-fixed\" aria-haspopup=\"true\">\n\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"100\" height=\"100\" src=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2021\/09\/15_Jose-Fernando-Velasquez-1.jpg\" class=\"attachment-portfolio-three size-portfolio-three wp-post-image\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/enapol.com\/viii\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2021\/09\/15_Jose-Fernando-Velasquez-1-66x66.jpg 66w, https:\/\/enapol.com\/viii\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2021\/09\/15_Jose-Fernando-Velasquez-1.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 100px) 100vw, 100px\" 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