{"id":2995,"date":"2023-04-18T18:22:06","date_gmt":"2023-04-18T21:22:06","guid":{"rendered":"https:\/\/enapol.com\/xi\/?post_type=avada_portfolio&#038;p=2995"},"modified":"2023-04-25T18:26:30","modified_gmt":"2023-04-25T21:26:30","slug":"a-dupla-volta-de-um-giro","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/enapol.com\/xi\/pt\/portfolio-items\/a-dupla-volta-de-um-giro\/","title":{"rendered":"A dupla volta de um giro"},"content":{"rendered":"<p><div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-margin-top:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"--awb-font-size:22px;--awb-text-font-family:&quot;Public Sans&quot;;--awb-text-font-style:normal;--awb-text-font-weight:700;\"><p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00eda Cristina Giraldo &#8211; NEL<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div style=\"text-align:right;\"><a class=\"fusion-button button-flat fusion-button-default-size button-default fusion-button-default button-1 fusion-button-default-span fusion-button-default-type\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"http:\/\/enapol.com\/xi\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ENAPOL-Maria-Cristina-Giraldo-PT-2.pdf\"><i class=\"fa-download fas button-icon-left\" aria-hidden=\"true\"><\/i><span class=\"fusion-button-text\">PDF<\/span><\/a><\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:20px;margin-bottom:20px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\"><p style=\"text-align: right;\">\u201cGiro magistral: a quest\u00e3o do fim da an\u00e1lise \u00e9 abordada por Lacan<br \/>\na partir da entrada na an\u00e1lise. Pois bem, se discutimos sobre o final,<br \/>\nn\u00e3o discutimos sobre a entrada\u201d.<br \/>\nJacques-Alain Miller<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sirvo-me desta afirma\u00e7\u00e3o de Jacques-Alain Miller na Preliminar de <em>Como terminam as an\u00e1lises, <\/em>a modo de ep\u00edgrafe, para propor as quatro vias de investiga\u00e7\u00e3o do argumento do XI ENAPOL \u201cCome\u00e7ar a se analisar\u201d como uma maneira de causar a discuss\u00e3o sobre a entrada em um momento pol\u00edtico fecundo: a discuss\u00e3o sobre a pr\u00e1tica do passe nas Escolas do Campo Freudiano que, na nossa orienta\u00e7\u00e3o, \u00e9 solid\u00e1ria \u00e0 defini\u00e7\u00e3o original de Lacan acerca do psicanalista, n\u00e3o sem a importante investiga\u00e7\u00e3o sustentada por Miller. Essa defini\u00e7\u00e3o produz consequ\u00eancias na orienta\u00e7\u00e3o lacaniana e questiona a rela\u00e7\u00e3o de cada um com a psican\u00e1lise, tanto para aqueles que se interessam em seguir uma forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise, como para os que escolhemos nos formar como analistas.<\/p>\n<p><strong>A orienta\u00e7\u00e3o extra\u00edda de um mal-entendido<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos que o mal-entendido \u00e9 inevit\u00e1vel entre os seres falantes a ponto de Lacan considerar que ele cria suas ra\u00edzes no inconsciente e que seu semin\u00e1rio se sustentava nele pois, de forma paradoxal, ao dissolver o mal-entendido, ele \u00e9 alimentado; da\u00ed a perman\u00eancia de seu ensino e da elucida\u00e7\u00e3o de sua orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na orienta\u00e7\u00e3o lacaniana, a psican\u00e1lise pura mant\u00e9m uma rela\u00e7\u00e3o moebiana com a psican\u00e1lise aplicada. Apresent\u00e1-las dessa maneira no Argumento do XI ENAPOL \u00e9 extrair a orienta\u00e7\u00e3o do mal-entendido que foi gerado a partir de uma afirma\u00e7\u00e3o de Miller no encerramento do III Encontro europeu do Campo Freudiano PIPOL 3 em Paris, ocorrido no dia 30 de junho de 2007, sobre \u201cPsicanalistas em contato direto com o social\u201d. Ali, Miller afirmou que a psican\u00e1lise aplicada \u00e9 psican\u00e1lise, fato que ocasionou um mal-entendido \u201cat\u00e9 o ponto que se acreditou que da\u00ed em diante a psican\u00e1lise aplicada seria o que prepararia melhor \u00e0 psican\u00e1lise, ou seja, exercer a psican\u00e1lise aplicada \u00e0 terap\u00eautica era se formar como psicanalista, que essa era a <em>via r\u00e9gia <\/em>da psican\u00e1lise\u201d.<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O osso desse mal-entendido \u00e9 uma nega\u00e7\u00e3o do passe que tem consequ\u00eancias pol\u00edticas. Uma delas \u00e9 que no lugar de uma forma\u00e7\u00e3o com um ponto de fuga inevit\u00e1vel, se aponte ao ser como tamp\u00e3o do furo da inexist\u00eancia l\u00f3gica de <em>O analista. <\/em>Isso colocaria a sociedade profissional de praticantes no lugar da Escola de analisantes, localizaria o ac\u00famulo de experi\u00eancia cl\u00ednica no lugar da opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica e situaria o mutualismo identificat\u00f3rio no lugar do trabalho de transfer\u00eancia estabelecido a partir da rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3prio inconsciente. Diferentemente disso, na concep\u00e7\u00e3o de Lacan, o analista adv\u00e9m sem ser, de sua pr\u00f3pria experi\u00eancia de an\u00e1lise, e em posi\u00e7\u00e3o analisante. Poder\u00edamos dizer que adv\u00eam no lugar vazio das representa\u00e7\u00f5es identificat\u00f3rias do ser:<em> plus<\/em> <em>personne<\/em>, lugar de Mais-ningu\u00e9m, vazio do sentido do fantasma, da fic\u00e7\u00e3o do Outro ao qual se deu consist\u00eancia e que j\u00e1 n\u00e3o responde, adv\u00e9m ao ponto real de n\u00e3o se crer identificado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao afirmar que a cl\u00ednica do fim da an\u00e1lise orienta as entrevistas preliminares, o Argumento n\u00e3o daria uma nova volta ao \u201cgiro magistral\u201d de Lacan sobre abordar o fim da an\u00e1lise a partir da entrada? No lugar da ideia de um processo anal\u00edtico sob a perspectiva do desenvolvimento que faz da diacronia uma forma de determinismo para dar sentido, a opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica conta com esse imposs\u00edvel que define o real: cada um com seu modo de gozar, suporte do aforismo \u201ctodo mundo \u00e9 louco\u201d do \u00faltimo ensino. Isso nos permite considerar a l\u00f3gica conclusiva do fim de an\u00e1lise como orienta\u00e7\u00e3o do in\u00edcio. Laurent afirma a esse respeito: \u201cO caminho n\u00e3o \u00e9 ir das identifica\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o a este ponto do <em>Mais-Ningu\u00e9m<\/em>, mas sim iniciar a partir disso, e depois todo o resto se rearranja\u201d.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Come\u00e7ar a se analisar <\/em>produz um corte no mal-entendido ao colocar em rela\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, diferenciar a psican\u00e1lise pura e a psican\u00e1lise aplicada. O que adv\u00eam com o corte \u00e9 que n\u00e3o s\u00e3o an\u00e1logas. A psican\u00e1lise em intens\u00e3o orienta a psican\u00e1lise em extens\u00e3o, dando-lhe a condi\u00e7\u00e3o de \u00eaxtima, mas ambas se diferenciam de forma radical da psicoterapia por se orientarem pelo real que nos coloca frente ao incur\u00e1vel, ao imposs\u00edvel do sentido, ao saber apenas suposto do analista. A psicoterapia, pelo contr\u00e1rio, se sustenta no sentido derivado do saber cl\u00ednico acumulado do terapeuta, na ideia da cura do sintoma e na consist\u00eancia do Outro e das identifica\u00e7\u00f5es. Uma experi\u00eancia de an\u00e1lise se orienta desde seu in\u00edcio at\u00e9 sua conclus\u00e3o l\u00f3gica pelo sintoma como o mais singular, pelo <em>sinthome <\/em>do Um e como afirmamos no Argumento seguindo Lacan no Semin\u00e1rio 24: \u201cAquele que sabe, na an\u00e1lise, \u00e9 o analisante<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>\u201d, em rela\u00e7\u00e3o ao seu sintoma fundamental, \u00e0 sua fantasia e a seu gozo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se ao dissolver um mal-entendido alimentamos com isso um novo, podemos, na posi\u00e7\u00e3o analisante, reduzi-lo e extrair dele uma orienta\u00e7\u00e3o. Essa via n\u00e3o nos mant\u00e9m na cren\u00e7a no inconsciente a ponto de reduzir a forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise e do analista \u00e0s suas forma\u00e7\u00f5es, entre elas, o mal-entendido? Ao mesmo tempo, nos adverte que, em psican\u00e1lise, nem a investiga\u00e7\u00e3o nem a discuss\u00e3o constituem o Outro da garantia e que, embora no ENAPOL tamb\u00e9m possamos nos mal entender, temos a aposta de extrair disso uma orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um come\u00e7ar l\u00f3gico?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se o fim da an\u00e1lise \u00e9 uma conclus\u00e3o l\u00f3gica marcada pela travessia da fantasia e pela inven\u00e7\u00e3o de formas de arranjo <em>sinthomaticas <\/em>com o incur\u00e1vel, com o Um do gozo, poder\u00edamos nos perguntar, gra\u00e7as \u00e0 dupla volta do giro magistral de Lacan: \u201cDe que maneira come\u00e7ar a analisar-se \u00e9 um passo l\u00f3gico e, como tal, quais consequ\u00eancias nos abre?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seu Curso da Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana \u201cO Um sozinho\u201d, Miller se pergunta: \u201cpor que cada um aspira a acessar a esta experi\u00eancia [\u2026] de falar e ser escutado?\u201d e ele mesmo responde que isso ocorre \u201cquando algu\u00e9m est\u00e1 descolado do que se chama a identifica\u00e7\u00e3o\u201d.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> As disrup\u00e7\u00f5es de gozo tornam a defesa insuficiente e rompem a estabiliza\u00e7\u00e3o, fazem vacilar as identifica\u00e7\u00f5es que prendiam o ser falante ao Outro e que j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o suficientes para lhe responder sobre o que acreditava ser. \u00c9 a ocasi\u00e3o de fazer disso uma pregunta essencial \u2013 do que (eu) gozo? \u2013 pergunta que, sob transfer\u00eancia, pode abrir a porta para as correntes de ar do <em>Come\u00e7ar a se analisar.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paradoxo fecundo o fato de no fim da an\u00e1lise tratar-se do ser do gozo que n\u00e3o se sustenta na identifica\u00e7\u00e3o, do <em>sou como gozo<\/em> sem Outro, do Um do gozo que faz letra na singularidade irredut\u00edvel e inigual\u00e1vel do \u201c<em>sinthome<\/em> radical\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> do Um. Na perspectiva do Uniano, os passos l\u00f3gicos na opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica se d\u00e3o desde o in\u00edcio e, por isso, o final \u00e9 uma conclus\u00e3o l\u00f3gica. Lacan orienta nossa escuta a esse respeito no Semin\u00e1rio 19, <em>\u2026ou pior<\/em>: o<em> h\u00e1<\/em> surge em um fundo de indetermina\u00e7\u00e3o, o <em>h\u00e1 <\/em>faz que algo dessa indetermina\u00e7\u00e3o se detenha \u201c\u2026 o primeiro passo da experi\u00eancia anal\u00edtica \u00e9 introduzir nela o Um, como o analista que se \u00e9\u201d.<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o <em>sinthome <\/em>na entrada n\u00e3o seja o <em>sinthome<\/em> do final, \u00e9 uma orienta\u00e7\u00e3o que aponta desde a entrada ao mais singular do ser falante, seu modo de gozar que perturba as defesas contra o real pr\u00f3prias das coordenadas dos tempos modernos. A cl\u00ednica continu\u00edsta cujo aforismo \u201ctodo mundo \u00e9 louco, isto \u00e9, delirante\u201d se diferencia da pulveriza\u00e7\u00e3o cada vez maior de nomes que equiparam o transtorno da norma a uma forma de identidade ou o classificam como g\u00eanero no imposs\u00edvel de uma comunidade de gozo. Diferentemente disso, a psican\u00e1lise abre a uma nova rela\u00e7\u00e3o com a palavra, com o corpo e com o gozo e subverte o discurso <em>dominial <\/em>que torna o ser falante refrat\u00e1rio ao inconsciente. A psican\u00e1lise opera por meio desse la\u00e7o posto ao trabalho que \u00e9 a transfer\u00eancia, a dobradi\u00e7a que nos permite abrir hoje a porta do XI ENAPOL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tradu\u00e7\u00e3o: Ana Beatriz Zimmermann Guimar\u00e3es<br \/>\nRevis\u00e3o: Paola Salinas e Renata Martinez<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Miller, J.-A., \u201cPreliminar\u201d, <em>C\u00f3mo terminan los an\u00e1lisis<\/em>, Buenos Aires, Navarin \u00c9diteur\/Grama, 2022, p. 13. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Miller, J.-A., Solano, E., Vigan\u00f3, A. (Ed.), <em>El psicoan\u00e1lisis en el siglo XXI<\/em>, Espa\u00f1a, NED Ediciones\/NELcf-Ciudad de M\u00e9xico, 2022, p. 16. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Laurent, E., \u201cEl Uno solo\u201d, <em>Revista<\/em> <em>Freudiana<\/em>, <em>El Uno<\/em>, n.\u00ba 83, Barcelona, ELP, abril-julho de 2018, p. 84. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J., Rumo a um significante novo, <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, <\/em>n.\u00ba 22, S\u00e3o Paulo, agosto de 1998, p. 12.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Miller, J.-A., Curso da Orientaci\u00f3n Lacaniana \u201cEl Uno solo\u201d, Terceira sess\u00e3o do Curso, quarta 2 de mar\u00e7o de 2011, in\u00e9dito. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, J., Rumo a um significante novo, <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, <\/em>n.\u00b0 22, S\u00e3o Paulo, agosto de 1998.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Lacan, J., (1972) <em>O semin\u00e1rio<\/em>,<em> livro 19<\/em>,<em> \u2026ou pior<\/em>, Rio de Janeiro, Zahar, 2012, p. 123.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":3060,"menu_order":40,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"portfolio_category":[155,149],"portfolio_skills":[],"portfolio_tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/2995"}],"collection":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/avada_portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2995"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/2995\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3069,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/2995\/revisions\/3069"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3060"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2995"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=2995"},{"taxonomy":"portfolio_skills","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_skills?post=2995"},{"taxonomy":"portfolio_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tags?post=2995"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}