{"id":4034,"date":"2023-07-06T20:01:42","date_gmt":"2023-07-06T23:01:42","guid":{"rendered":"https:\/\/enapol.com\/xi\/?post_type=avada_portfolio&#038;p=4034"},"modified":"2023-07-05T20:27:39","modified_gmt":"2023-07-05T23:27:39","slug":"no-inicio-a-transferencia","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/enapol.com\/xi\/pt\/portfolio-items\/no-inicio-a-transferencia\/","title":{"rendered":"No in\u00edcio, a transfer\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div style=\"text-align:right;\"><a class=\"fusion-button button-flat fusion-button-default-size button-default fusion-button-default button-1 fusion-button-default-span fusion-button-default-type\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"http:\/\/enapol.com\/xi\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/ENAPOL-Monica-Febres-PT.pdf\"><span class=\"fusion-button-text\">PDF<\/span><\/a><\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:20px;margin-bottom:20px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p style=\"text-align: justify;\"><strong>M\u00f3nica Febres Cordero &#8211; NEL<em>cf<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio da psican\u00e1lise est\u00e1 a transfer\u00eancia, gra\u00e7as ao psicanalisante, afirma Lacan na Proposi\u00e7\u00e3o de 67<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Acrescento: \u00e9 a presen\u00e7a do analista, com sua escuta, que far\u00e1 par com aquele que se tornar\u00e1 analisante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ponto \u00e9 que o in\u00edcio de uma an\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 sem rela\u00e7\u00e3o com seu final, como no jogo de xadrez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse momento de seu ensino, Lacan destaca a figura do sujeito suposto saber, que n\u00e3o se deve confundir com a pessoa do analista, e que \u00e9 o piv\u00f4 da transfer\u00eancia. Escreve seu algoritmo e coloca entre par\u00eantesis, debaixo da barra, o saber suposto do inconsciente. Quando o algoritmo \u00e9 colocado em funcionamento, surgir\u00e1 a significa\u00e7\u00e3o ainda latente, por vir, e a abertura do inconsciente ser\u00e1 produzida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse devir dos significantes, o significante da transfer\u00eancia surge atrav\u00e9s de um encontro, da conting\u00eancia que pode aparecer em uma sess\u00e3o e que o analista saber\u00e1 circunscrever orientado por seu desejo. O analista, afirma Lacan, ter\u00e1 que responder essa situa\u00e7\u00e3o; \u00e9 isso que o qualifica enquanto tal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O atravessamento da fantasia leva \u2013 nessa \u00e9poca \u2013 ao \u201cdes-ser\u201d, uma vez explicitada a causa da fantasia. O final da transfer\u00eancia est\u00e1 dado pela solu\u00e7\u00e3o do desejo do analisante e por sua destitui\u00e7\u00e3o subjetiva que est\u00e1 \u201cgravada no bilhete de ingresso\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> e que, no entanto, n\u00e3o deteria quem deseje iniciar uma an\u00e1lise, independentemente do horror, at\u00e9 do p\u00e2nico, adverte Lacan<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, como come\u00e7am as an\u00e1lises?, pergunta Eric Laurent<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Uma primeira resposta que deduzimos \u00e9 a seguinte: o in\u00edcio da an\u00e1lise refere-se \u00e0 verdade, ao desdobramento da hist\u00f3ria, das queixas, daquilo que aparece no sintoma ou nas forma\u00e7\u00f5es do inconsciente. O sintoma, como aquilo que insiste, repete e interroga o sujeito porque produz sofrimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio, o gozo est\u00e1 implicado no desdobramento da verdade. O analista ter\u00e1 localizado esse <em>quantum <\/em>que escapa aos significantes e \u00e9 frequentemente, uma primeira interpreta\u00e7\u00e3o que o localiza e lan\u00e7a o processo anal\u00edtico. Laurent chama isso de \u2018extra\u00e7\u00e3o de gozo de in\u00edcio\u2019 que aponta \u00e0s marcas do Outro na vida do sujeito. Afirma que aquilo que causa a transfer\u00eancia, e a sa\u00edda dela, \u00e9 a resposta de gozo. O analista, ao situar esse gozo, n\u00e3o opera somente a partir do lugar da verdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para iniciar a an\u00e1lise, \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m que o analisante, essencialmente, consinta com a verdade que surge. Do que se trata no consentimento? Lemos em Miller: \u201c[&#8230;] a responsabilidade subjetiva comporta essencialmente dizer que sim ou dizer que n\u00e3o, o consentimento ou o recha\u00e7o\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Do que se deduz, saber se h\u00e1 ou n\u00e3o um sujeito analis\u00e1vel e se \u00e9 analis\u00e1vel por determinado analista. Conting\u00eancias dos encontros que apontam para a responsabilidade do analista no in\u00edcio de uma an\u00e1lise. Trata-se de um ato que dever\u00e1 admitir, sustentar ou recha\u00e7ar a demanda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O analista \u00e9 assim respons\u00e1vel pela posi\u00e7\u00e3o de ouvinte<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Ouvinte do que se diz e do que o discurso do paciente silencia e revela. Para que um tratamento se inicie, a mensagem do analista deve responder \u00e0 pergunta do sujeito \u2013 desconhecida \u2013 e que lhe \u00e9 particular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na cura, o consentimento do sujeito adquire a forma da retifica\u00e7\u00e3o subjetiva, assim como Lacan l\u00ea no caso Dora. \u00c9 a implica\u00e7\u00e3o do sujeito na sua pr\u00f3pria mensagem, pressuposto para iniciar uma an\u00e1lise. Na leitura que faz, formula a seguinte pergunta: \u201cesses fatos est\u00e3o a\u00ed [&#8230;]. O que o senhor quer mudar nisso a\u00ed?\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. E se dirige \u00e0 bela alma que h\u00e1 em Dora e, apontando para a sua cumplicidade na intriga que a envolve, lhe pergunta: \u201c[&#8230;] qual \u00e9 sua parte na desordem de que voc\u00ea se queixa?\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voltemos \u00e0 verdade que come\u00e7a a se desdobrar. A verdade e o gozo s\u00e3o, desde o in\u00edcio, insepar\u00e1veis na experi\u00eancia anal\u00edtica. Laurent o diz da seguinte forma: \u201c[&#8230;] no momento em que se efetua o advento de sentido que tem efeitos de verdade, esse sentido assume a conota\u00e7\u00e3o de um gozo, e toda a quest\u00e3o est\u00e1 nesse enodamento de entrada\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. O gozo, como libido, circula em e entre as palavras. Quando h\u00e1 entrada em an\u00e1lise, opera-se um deslocamento libidinal em dire\u00e7\u00e3o ao analista. \u00c9 \u201cum dos fen\u00f4menos mais evidentes da entrada em an\u00e1lise\u201d, afirma Miller<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. E, segue explicando: \u201c[&#8230;] o ser do analista [&#8230;] est\u00e1 feito da mesma libido do paciente [&#8230;] \u00e9 como uma concretiza\u00e7\u00e3o libidinal\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. A entrada em an\u00e1lise indica essa primeira elei\u00e7\u00e3o transferencial e revela a modalidade da escolha do objeto pelo sujeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No \u00faltimo Lacan, o lugar do Outro e a concep\u00e7\u00e3o do inconsciente variam. \u00c9 o giro do <em>sinthome<\/em> que faz com que Miller pergunte: \u201c[&#8230;] trata-se da ascens\u00e3o do inconsciente em dire\u00e7\u00e3o ao <em>sinthome<\/em>?\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>. Em \u201cO Ser e o Um\u201d, lemos que o Outro n\u00e3o existe, \u00e9 o Um que existe. O Outro, como lugar do discurso, assim como o chamado \u00e0 verdade, cede \u00e0 problem\u00e1tica do significante Um, ao n\u00edvel do real. Miller prop\u00f5e: h\u00e1 Um antes de tudo o que se possa dizer. O Um se desprende de uma opera\u00e7\u00e3o significante, surge da linguagem trabalhado pela linguagem<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>. O Um que celebra a irrup\u00e7\u00e3o de gozo do <em>sinthome<\/em> \u00e9 colocado a trabalho na experi\u00eancia anal\u00edtica. Diferentemente da verdade que chama seu deciframento, o <em>sinthome <\/em>\u00e9 indecifr\u00e1vel e o gozo que encerra aponta ao real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual \u00e9 o Outro como <em>partenaire <\/em>da transfer\u00eancia anal\u00edtica?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No <em>Semin\u00e1rio 11<\/em>, a presen\u00e7a do analista era concebida como uma manifesta\u00e7\u00e3o do inconsciente, efeito da palavra no sujeito. Na virada do \u00faltimo ensino, o Um \u00e9 extra\u00eddo do Outro \u201cpor uma esp\u00e9cie de abla\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>. A an\u00e1lise leva a aceder ao mais singular do sujeito, j\u00e1 sem o peso do Outro e o embrolho das significa\u00e7\u00f5es. O <em>sinthome <\/em>n\u00e3o \u00e9 interpret\u00e1vel, mas aponta ao seu uso, ao saber-fazer com, assim como o sujeito faz arranjos com a imagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E qual \u00e9 o destino da transfer\u00eancia no \u00faltimo ensino? Para Miller \u201c\u00e9 a grande ausente desse <em>ultim\u00edssimo <\/em>ensino\u201d<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a>. \u00c9 assim porque a transfer\u00eancia \u00e9 do registro do Outro e seus par\u00e2metros s\u00e3o o sintoma, o inconsciente e a transfer\u00eancia. Logo, o estatuto do Outro \u00e9 questionado; trata-se da passagem do regime do Nome-do-Pai ao <em>partenaire<\/em> de gozo. Implica um manejo da transfer\u00eancia com este <em>partenaire <\/em>que se anunciou desde o in\u00edcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Concluindo: para chegar a esse ponto \u00e9 necess\u00e1rio ter come\u00e7ado a se analisar e ter consentido com a experi\u00eancia. O analista, do seu lado, ter\u00e1 acolhido o sintoma com sua carga de gozo, para se fazer seu <em>partenaire. <\/em>Cito Oscar Zack: \u201ca transfer\u00eancia \u00e9 um conceito que perdura, seja como Sujeito suposto Saber, como secret\u00e1rio do alienado ou como <em>partenaire<\/em> de gozo\u201d<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Laurent acrescenta uma imagem: o analista j\u00e1 n\u00e3o mais referido ao sujeito suposto saber, mas, na posi\u00e7\u00e3o \u201cdaquele que segue\u201d<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a>.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Cynthia Gindro<br \/>\nRevis\u00e3o: Paola Salinas e Renata Martinez<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Lacan, J. (1967) <em>Proposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola. <\/em>Outros Escritos. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed., 2003., p. 252.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Idem., p. 257<\/em>.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> <em>Ibdem<\/em>., p. 257.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Laurent, E., \u201cLa l\u00f3gica de las entradas en an\u00e1lisis\u201d, <em>Freudiana<\/em>, n.\u00ba 15, Barcelona, EEP, 1995. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Miller, J.-A., \u201cLos signos del consentimiento\u201d, <em>Psicoan\u00e1lisis con ni\u00f1os: los fundamentos de la pr\u00e1ctica<\/em>, Buenos Aires, Grama<em>, <\/em>2004, p. 12. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, J. <em>Variantes do tratamento padr\u00e3o.<\/em> Escritos. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed., 1998., p. 333.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Lacan, J., <em>Interven\u00e7\u00e3o sobre a transfer\u00eancia. <\/em>Escritos. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed., 1998., p. 218.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> <em>Idem., <\/em>p. 218.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Laurent, E., \u201cLa l\u00f3gica de las entradas en an\u00e1lisis\u201d, <em>Freudiana<\/em>, n.\u00ba 15, Barcelona, EEP, 1995. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Miller, J.-A., (1989) \u201cVisto desde la salida\u201d, <em>C\u00f3mo terminan los an\u00e1lisis. Paradojas del pase<\/em>, Buenos Aires, Grama, 2022, p. 87. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> <em>Idem.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Miller, J.-A., (2006-2007) <em>El <\/em>ultim\u00edsimo<em> Lacan<\/em>, Buenos Aires, Paid\u00f3s, 2013, p. 140. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Miller, J.-A., (2010-2011) Curso de la Orientaci\u00f3n Lacaniana \u201cO Um sozinho\u201d (in\u00e9dito).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Miller, J.-A., (2006-2007) <em>El <\/em>ultim\u00edsimo<em> Lacan<\/em>, <em>op. cit<\/em>., p. 154. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> <em>Idem<\/em>., p. 144. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Zack, O., \u201cLa transferencia: un concepto que perdura\u201d, <em>Virtualia<\/em>, n\u00b036,<em> Revista digital de la EOL<\/em> [en l\u00ednea]. Recuperado en: <a href=\"https:\/\/revistavirtualia.com\/articulos\/821\/disrupcion-del-goce-en-las-locuras-bajo-transferencia-disciplina-del-comentario\/la-transferencia-un-concepto-que-perdura\">https:\/\/revistavirtualia.com\/articulos\/821\/disrupcion-del-goce-en-las-locuras-bajo-transferencia-disciplina-del-comentario\/la-transferencia-un-concepto-que-perdura<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Laurent, E., <em>Disrup\u00e7\u00e3o do gozo nas loucuras sob transfer\u00eancia<\/em>. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana \u2013 Revista Brasileira de Internacional de Psican\u00e1lise. S\u00e3o Paulo. Edi\u00e7\u00f5es Eolia, n. 79, julho de 2018., p. 56.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":4028,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"portfolio_category":[155,149],"portfolio_skills":[],"portfolio_tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/4034"}],"collection":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/avada_portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4034"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/4034\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4036,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/4034\/revisions\/4036"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4028"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4034"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=4034"},{"taxonomy":"portfolio_skills","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_skills?post=4034"},{"taxonomy":"portfolio_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tags?post=4034"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}