{"id":2158,"date":"2023-02-16T17:59:06","date_gmt":"2023-02-16T20:59:06","guid":{"rendered":"https:\/\/enapol.com\/xi\/?page_id=2158"},"modified":"2023-03-15T20:14:12","modified_gmt":"2023-03-15T23:14:12","slug":"argumento-e-eixos-tematicos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/enapol.com\/xi\/pt\/argumento-e-eixos-tematicos\/","title":{"rendered":"ARGUMENTO E EIXOS TEM\u00c1TICOS"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div style=\"text-align:right;\"><a class=\"fusion-button button-flat fusion-button-default-size button-default fusion-button-default button-1 fusion-button-default-span fusion-button-default-type\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"http:\/\/enapol.com\/xi\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/ENAPOL-Argumento-y-Ejes-PT.pdf\"><i class=\"fa-download fas button-icon-left\" aria-hidden=\"true\"><\/i><span class=\"fusion-button-text\">PDF<\/span><\/a><\/div><\/div><\/div><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-title title fusion-title-1 fusion-sep-none fusion-title-text fusion-title-size-one\" style=\"--awb-text-color:var(--awb-custom_color_1);--awb-font-size:40px;\"><h1 class=\"fusion-title-heading title-heading-left\" style=\"font-family:&quot;Public Sans&quot;;font-style:normal;font-weight:800;margin:0;font-size:1em;\">ARGUMENTO<\/h1><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-1\" style=\"--awb-font-size:16px;--awb-text-font-family:&quot;Public Sans&quot;;--awb-text-font-style:normal;--awb-text-font-weight:400;\"><p style=\"text-align: justify;\">O pr\u00f3ximo Encontro Americano de Psican\u00e1lise de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana (ENAPOL) prop\u00f5e um tema fundamentalmente cl\u00ednico articulado a uma dimens\u00e3o temporal que abre pelo menos quatro grandes vias de pesquisa..<\/p>\n<ol>\n<li>A primeira decorre das perguntas: <strong><span class=\"fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background\" style=\"--awb-text-color:#ffffff;\">O que leva um sujeito a procurar um analista nestes tempos que correm? Como se iniciam as an\u00e1lises hoje?<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lacan afirmou que \u201cno come\u00e7o da psican\u00e1lise est\u00e1 a transfer\u00eancia. (&#8230;) Est\u00e1 ali no come\u00e7o. Mas o que \u00e9?\u201d<sup>1<\/sup>. Este fundamento introduz o tempo como uma vari\u00e1vel inevit\u00e1vel para dar conta da experi\u00eancia anal\u00edtica. No entanto, \u00e9 tamb\u00e9m um convite a pensar sobre como e o que desse amor misterioso chamado transfer\u00eancia se instala hoje, quando a \u00e9poca tende \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o do saber, favorece a \u201cautogest\u00e3o\u201d, promove a liquidez dos la\u00e7os amorosos e empurra para a \u201cautopercep\u00e7\u00e3o\u201d, vers\u00e3o mais recente da nega\u00e7\u00e3o do inconsciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J.-A. Miller afirma que na era de Freud \u201ca psican\u00e1lise tinha tios e tias, primas e ancestrais de todos os tipos, netos, e agora est\u00e1 vi\u00fava, orf\u00e3&#8230;\u201d<sup>2<\/sup>. A solid\u00e3o atual da psican\u00e1lise \u00e9 tamb\u00e9m uma oportunidade para demonstrar sua diferen\u00e7a radical com outros discursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso pr\u00f3ximo Encontro nos permitir\u00e1 expor como o que chamamos de \u201corienta\u00e7\u00e3o para o real\u201d est\u00e1 presente desde a primeira consulta; mesmo quando se apresentam os transbordamentos e os excessos das disrup\u00e7\u00f5es do gozo. Neste ponto, se n\u00e3o se tornarem uma pergunta essencial para o ser falante, tais disrup\u00e7\u00f5es se abririam per se a uma experi\u00eancia de an\u00e1lise?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lacan disse que \u201cs\u00f3 o discurso anal\u00edtico \u00e9 exce\u00e7\u00e3o\u201d, e que \u201c&#8230; ele n\u00e3o tem nada de universal.\u201d<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A psican\u00e1lise exclui a domina\u00e7\u00e3o e n\u00e3o persegue a norma. Transmitir isto no di\u00e1logo com o Outro social \u00e9 uma forma de possibilitar que o sujeito contempor\u00e2neo e seus novos modos de apresenta\u00e7\u00e3o sintom\u00e1tica encontrem um espa\u00e7o prop\u00edcio para se alojar. Nisso se situa uma incid\u00eancia fundamental do psicanalista na cultura, um a um. Como disse Lacan em Lovaina: \u201c&#8230; algo que se estabelece do analisante ao analista \u00e9 a c\u00e9lula inicial de algo que deve ir muito al\u00e9m, que ir\u00e1 ou n\u00e3o ir\u00e1, mas se acontecer, esta posi\u00e7\u00e3o do analista ter\u00e1 um lugar essencial no mundo do mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o\u201d<sup>4<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este ENAPOL, ent\u00e3o, ser\u00e1 a ocasi\u00e3o para dizer o que fazemos e como o fazemos, desde o primeiro encontro com um sujeito que buscou an\u00e1lise, mas tamb\u00e9m, para explorar as novas modalidades de apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica que circulam pela \u00e9poca.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"2\">\n<li>A segunda via de pesquisa baseia-se na seguinte quest\u00e3o: <strong><span class=\"fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background\" style=\"--awb-text-color:var(--awb-color1);\">Quando come\u00e7a uma an\u00e1lise?<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falar sobre a entrada em an\u00e1lise implica localizar o momento e os \u00edndices de uma transforma\u00e7\u00e3o que separa um antes e um depois. Ao mesmo tempo, institui-se o cruzamento de dois tempos l\u00f3gicos diferentes: o momento de concluir as entrevistas preliminares e o instante de ver que conota a implica\u00e7\u00e3o subjetiva e que coincide com a abertura do tempo de compreender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse cruzamento temporal, instalado a partir do ato anal\u00edtico que sanciona a entrada, j\u00e1 oferece uma leitura poss\u00edvel das marcas de gozo fundantes, e cont\u00e9m coordenadas significativas do caso que encontrar\u00e3o esclarecimentos durante a an\u00e1lise. Por essa raz\u00e3o, sustentamos que a cl\u00ednica do fim de an\u00e1lise orienta as entrevistas preliminares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, sabemos que a psican\u00e1lise pura tem uma rela\u00e7\u00e3o moebiana com a aplicada, s\u00e3o duas faces da mesma banda. Seguindo essa l\u00f3gica, propomos explorar o que um analista pode fazer quando \u00e9 convocado com um limite de tempo. Ou como pode atuar em diferentes dispositivos, como escolas, hospitais; naqueles lugares onde se apresentam demandas de urg\u00eancia e onde alguns encontros, quando n\u00e3o apenas um, ser\u00e3o a \u00fanica oportunidade para aquele que necessita ser atendido em seu padecimento, para obter uma resposta diferente daquela oferecida pelo mercado terap\u00eautico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como operar analiticamente ali, em um breve lapso e com condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis para o discurso anal\u00edtico, de modo que a porta fique aberta para um \u201ccome\u00e7o\u201d?<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"3\">\n<li>A terceira via de pesquisa que abre o XI ENAPOL est\u00e1 ligada \u00e0 quest\u00e3o <strong><span class=\"fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background\" style=\"--awb-text-color:var(--awb-color1);\">Como a cl\u00ednica do come\u00e7o de uma an\u00e1lise mudou nos \u00faltimos anos?<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tradicionalmente, pensamos na entrada em an\u00e1lise como \u201cum golpe desferido no fantasma fundamental\u201d<sup>5<\/sup>, que retirava consist\u00eancia da seguran\u00e7a que o sujeito obtinha dele. A partir da\u00ed derivou-se a l\u00f3gica das entrevistas preliminares. Essa l\u00f3gica era solid\u00e1ria de uma \u00e9poca com um Outro ainda est\u00e1vel, do qual o prest\u00edgio do psicanalista era subsidi\u00e1rio no momento da primeira consulta. No entanto, neste momento, nem sempre podemos contar com estas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, a forma\u00e7\u00e3o dos analistas tamb\u00e9m teve varia\u00e7\u00f5es. Desde que nos dedicamos a estudar o \u00faltimo ensino de Lacan, gra\u00e7as \u00e0 elucida\u00e7\u00e3o que dele fez J.-A. Miller, entendemos que o in\u00edcio de uma experi\u00eancia de an\u00e1lise poderia tornar leg\u00edvel como lal\u00edngua escreve no corpo a letra do encontro traum\u00e1tico com um gozo desconhecido, as marcas do trauma, a fixa\u00e7\u00e3o do gozo, o mal-entendido fundamental. Ter em perspectiva essas formas de opacidade do sentido, assinala a orienta\u00e7\u00e3o pelo real desde o in\u00edcio da an\u00e1lise, singulariza a escuta anal\u00edtica e a diferencia de outras terap\u00eauticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como essas mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es da nossa pr\u00e1tica afetaram o in\u00edcio das an\u00e1lises? Como um analista se posiciona no primeiro encontro com sujeitos cada vez mais reativos ao inconsciente e mais perturbados pelo gozo do corpo? Que incid\u00eancia teve a populariza\u00e7\u00e3o das consultas virtuais e da tecnologia na decis\u00e3o de buscar um analista pela primeira vez? Como precisar o uso que fazemos da categoria Psicose Ordin\u00e1ria em sua rela\u00e7\u00e3o com as inst\u00e2ncias diagn\u00f3sticas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas s\u00e3o algumas das perguntas que nos convidam a colocar nossa cl\u00ednica \u00e0 altura da civiliza\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, do \u00faltimo ensino de Lacan.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"4\">\n<li>Finalmente, o t\u00edtulo que nos orienta \u00e9 um chamado aos praticantes: <strong><span class=\"fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background\" style=\"--awb-text-color:var(--awb-color1);\">Come\u00e7ar a se analisar!<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 um convite a manter viva e dar conta da posi\u00e7\u00e3o analisante que se espera daqueles que encarnam o discurso psicanal\u00edtico no dia a dia. Trata-se de uma proposta diante de certos dilemas pol\u00edticos da psican\u00e1lise, ao mesmo tempo em que poderia orientar a resposta face aos impasses da forma\u00e7\u00e3o, \u00e0s encruzilhadas \u00e9ticas e aos desafios da cl\u00ednica contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguimos Lacan no <em>Semin\u00e1rio 24<\/em>: \u201cAquele que sabe, em an\u00e1lise, \u00e9 o analisante\u201d<sup>6<\/sup>. Como o praticante consente com essa condi\u00e7\u00e3o de pr\u00e1tica anal\u00edtica nas primeiras sess\u00f5es? Como esse praticante pode dar o passo l\u00f3gico em dire\u00e7\u00e3o a \u201cromper com sua ancoragem na suposi\u00e7\u00e3o\u201d<sup>7<\/sup> para permitir que o saber do analisante se desdobre?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa quarta via nos implica especialmente, porque vai al\u00e9m das quest\u00f5es que nos coloca nossa pr\u00e1tica, a \u00e9poca ou o estudo dos textos. Ela se dirige diretamente \u00e0 rela\u00e7\u00e3o que cada praticante tem com a psican\u00e1lise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, as vias de investiga\u00e7\u00e3o que se abrem para o nosso pr\u00f3ximo Encontro Americano acabam produzindo uma tors\u00e3o que nos implica e interpela. O XI ENAPOL abre a porta para esta quest\u00e3o \u00e9tica fundamental: come\u00e7ar a se analisar!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esperamos voc\u00eas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jorge Assef<br \/>\n<strong>Presidente XI ENAPOL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00eda Cristina Giraldo (NEL) Sergio Cordeiro de Mattos (EBP) Oscar Zack (EOL)<br \/>\n<strong>Comiss\u00e3o Cient\u00edfica XI ENAPOL<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-title title fusion-title-2 fusion-sep-none fusion-title-text fusion-title-size-one\" style=\"--awb-text-color:var(--awb-custom_color_1);--awb-font-size:40px;\"><h1 class=\"fusion-title-heading title-heading-left\" style=\"font-family:&quot;Public Sans&quot;;font-style:normal;font-weight:800;margin:0;font-size:1em;text-transform:uppercase;\">Eixos tem\u00e1ticos<\/h1><\/div><ul style=\"--awb-line-height:27.2px;--awb-icon-width:27.2px;--awb-icon-height:27.2px;--awb-icon-margin:11.2px;--awb-content-margin:38.4px;--awb-circlecolor:#65bc7b;--awb-circle-yes-font-size:14.08px;\" class=\"fusion-checklist fusion-checklist-1 fusion-checklist-default type-icons\"><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Hoje, \u201cno come\u00e7o est\u00e1 a transfer\u00eancia\u201d? E se n\u00e3o, ent\u00e3o como \u00e9?<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Da demanda \u00e0 entrada em an\u00e1lise: seus impasses, o gozo, o Um, formaliza\u00e7\u00f5es poss\u00edveis.<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Modos de apresenta\u00e7\u00e3o das consultas atuais: identidades, virtualidades, sintomas e car\u00e1ter.<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Como se demonstra, desde as primeiras entrevistas, que a psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 uma terap\u00eautica como as outras?<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Solu\u00e7\u00f5es singulares. Que lugar para o diagn\u00f3stico diferencial?<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Ato anal\u00edtico e interpreta\u00e7\u00e3o no in\u00edcio. Perturbar a defesa, ainda?<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>Primeiras entrevistas em diferentes dispositivos de aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/li><li class=\"fusion-li-item\" style=\"\"><span class=\"icon-wrapper circle-yes\"><i class=\"fusion-li-icon fa-angle-right fas\" aria-hidden=\"true\"><\/i><\/span><div class=\"fusion-li-item-content\">\n<p>A forma\u00e7\u00e3o do analista e a rela\u00e7\u00e3o com o seu inconsciente.<\/p>\n<\/div><\/li><\/ul><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:20px;margin-bottom:20px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\"><p><strong>Tradu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Nohem\u00ed Brown<br \/>\n<strong>Revis\u00e3o<\/strong>: Paola Salinas<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:20px;margin-bottom:20px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-3\"><hr \/>\n<p style=\"text-align: left;\">1 Lacan, J., \u201cProposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola\u201d, Outros escritos, Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 2003, p. 252.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">2 Miller, J.-A., \u201cPsicoan\u00e1lisis y conexiones\u201d, Mediodicho, n. 34, EOL-Sec\u00e7\u00e3o C\u00f3rdoba, C\u00f3rdoba, 2008, p\u00e1g. 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">3 Lacan, J., \u201cTransfer\u00eancia para Sainte Denis? Lacan a favor de Vincennes!\u201d, Correio: Revista Lacaniana de Psican\u00e1lise, n. 65, abril 2010, p. 31.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">4 Lacan, J.: \u201cConfer\u00eancia em Louvain\u201d, Revista Quarto , n\u00ba 3, 1981. Coment\u00e1rio de Manuel Montalb\u00e1n sobre esse texto dispon\u00edvel em: https:\/\/www.redicf.net\/conferencia-de-lovaina-de-jacques-lacan -parte-1a\/<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">5 Miller, J.-A., \u201cC.S.T. Cl\u00ednica-Sob-Transfer\u00eancia\u201d, Cl\u00ednica Lacaniana, Rio de Janeiro, Jorge Zahar ed, 1989, p. 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">6 Lacan, L., \u201cRumo a um significante novo\u201d (Semin\u00e1rio 24, 17 de maio de 1977), Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n. 22, agosto de 1998, p. 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">7 Laurent, E., \u201cTratamiento psicoanal\u00edtico de la psicosis e igualdad de las consistencias\u201d, la Conversaci\u00f3n cl\u00ednica, UFORCA, Buenos Aires, Grama, 2020, p\u00e1g. 43.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":4,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2158"}],"collection":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2158"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2482,"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2158\/revisions\/2482"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}