{"id":219,"date":"2020-11-22T16:00:09","date_gmt":"2020-11-22T19:00:09","guid":{"rendered":"http:\/\/x-enapol.org\/pt\/?post_type=avada_portfolio&#038;p=219"},"modified":"2020-11-20T21:05:32","modified_gmt":"2020-11-21T00:05:32","slug":"terceiro-argumento","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/portfolio-items\/terceiro-argumento\/","title":{"rendered":"Terceiro Argumento"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1352px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff8700;\"><strong>Novo no <span style=\"color: #ff8700;\">amor<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que diz respeito ao novo, estamos \u00e0s voltas com as manifesta\u00e7\u00f5es de um \u201cnovo real\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> , ele mesmo produto do discurso da ci\u00eancia e de suas derivas tecnol\u00f3gicas.\u00a0 Trata-se de um real j\u00e1 n\u00e3o mais marcado pelas interdi\u00e7\u00f5es ao gozo mas, ao contr\u00e1rio, \u00e0 sua incita\u00e7\u00e3o, facilitada pelos alcances da t\u00e9cnica. O contexto do novo se v\u00ea marcado, assim, por novas modalidades de encontro com \u201ca hi\u00e2ncia intr\u00ednseca ao gozo\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> , ou seja, novos encontros com o imposs\u00edvel quando este j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais coberto pelo v\u00e9u das interdi\u00e7\u00f5es paternas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Disso decorrem o que chamamos de \u201cnovos sintomas\u201d.\u00a0 Freud j\u00e1 havia detectado essa correla\u00e7\u00e3o entre a forma\u00e7\u00e3o de novos sintomas e a civiliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 o que ele procura interpretar a partir do incremento das doen\u00e7as nervosas e das neurastenias decorrentes da \u201cmoral sexual\u201d de sua \u00e9poca. E \u00e9 justamente neste contexto que se d\u00e1 a inven\u00e7\u00e3o de uma nova modalidade de amor, o amor de transfer\u00eancia.\u00a0 Uma forma de demanda que, ao contr\u00e1rio do que seria esperado na esfera amorosa, n\u00e3o deve ser nem satisfeita, nem suprimida: \u201co caminho que o analista deve seguir n\u00e3o \u00e9 nenhum destes; \u00e9 um caminho para o qual n\u00e3o existe modelo na vida real\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>.\u00a0 Vemos aqui como se instala \u201cum novo amor\u201d a partir da introdu\u00e7\u00e3o, neste caso, do discurso anal\u00edtico. \u00c9 o que permite Lacan poder afirmar, a partir da leitura do poema \u201cUma raz\u00e3o\u201d, de Rimbaud, que a emerg\u00eancia de \u201cum\u00a0 novo amor\u201d\u00a0 \u00e9 signo de que mudamos de discurso<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 pelo fato mesmo do \u201cfalasser\u201d confrontar-se com o que n\u00e3o \u00e9 program\u00e1vel na rela\u00e7\u00e3o entre os sexos e uma vez tendo ele encontrado o caminho que permite levar em conta esse imposs\u00edvel, que Miller assinala a abertura para a \u201cpaix\u00e3o pelo novo\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> . O termo a\u00ed \u00e9 preciso: \u201cpaix\u00e3o\u201d, no sentido de estarmos diante de algo que nos supera e nos atravessa. E que fique claro que, para poder suportar essa \u201cpaix\u00e3o pelo novo\u201d, \u00e9 necess\u00e1rio que cada analista, a partir de sua experi\u00eancia, possa tra\u00e7ar seu pr\u00f3prio caminho para nele encontrar a sua \u201cvia de escape\u201d.\u00a0 Nesse sentido, podemos dizer que n\u00e3o \u00e9 suficiente para um analista poder interpretar a \u201csubjetividade de sua \u00e9poca\u201d, se n\u00e3o levar em conta que esta interpreta\u00e7\u00e3o deriva, ela pr\u00f3pria, do tra\u00e7ado singular que, a partir de sua an\u00e1lise, lhe fornece as condi\u00e7\u00f5es para esta interpreta\u00e7\u00e3o.\u00a0 E \u00e9 justamente no horizonte de um percurso de an\u00e1lise que Lacan faz men\u00e7\u00e3o ao que poderia ser um \u201csignificante novo\u201d, em outras palavras, um significante \u201cque n\u00e3o teria qualquer sentido\u201d e que torna vi\u00e1vel um novo modo de acesso \u201cpara isso&#8230;que eu chamo de real\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que se refere ao amor e seguindo a b\u00fassola lacaniana,\u00a0 n\u00e3o podemos perder de vista a rela\u00e7\u00e3o que Lacan estabelece entre o amor e o sujeito suposto saber: \u201caquele a quem suponho o saber, eu o amo.\u00bb<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> No entanto, podemos dizer que, em fun\u00e7\u00e3o\u00a0 das mudan\u00e7as operadas na rela\u00e7\u00e3o ao saber na \u00e9poca atual \u2013 o saber n\u00e3o \u00e9 mais objeto a ser buscado no campo do Outro<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a> \u2013 evidencia-se cada vez mais uma dimens\u00e3o do amor de transfer\u00eancia que se situa para al\u00e9m de uma demanda de saber. O que seria o amor de transfer\u00eancia, por exemplo, como demanda de pura presen\u00e7a, quando os signos do amor parecem reduzidos ao mero batimento presen\u00e7a\/aus\u00eancia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, quando o amor se apresenta sob a forma de demanda \u2013 nesse sentido, sabemos que ele participa das \u201cpaix\u00f5es do ser\u201d \u2013 n\u00e3o podemos perder de vista que no horizonte desta demanda poder\u00e1 haver o encontro com um parceiro desmesurado. Desses parceiros, Lacan isola alguns que t\u00eam, para n\u00f3s, valor de paradigma: seja a Dama do amor cort\u00eas, seja o Deus da m\u00edstica ou, ainda, a figura enigm\u00e1tica do \u201cpr\u00f3ximo\u201d da m\u00e1xima \u201cAma a teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d. Em cada um deles, a via do amor deixa transparecer a satisfa\u00e7\u00e3o da puls\u00e3o que se faz presente tanto em sua face de Eros quanto de Thanatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff8700;\"><strong>*<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ensino de Lacan, em v\u00e1rios momentos deparamos com formula\u00e7\u00f5es sobre o amor que se d\u00e3o sob a forma de aforismos.\u00a0 Um breve exame do aforismo nos indica tratar-se de uma proposi\u00e7\u00e3o ou de uma m\u00e1xima com valor de verdade, onde se condensa um princ\u00edpio com consequ\u00eancias inclusive pr\u00e1ticas.\u00a0 Ou, como Lacan sublinha, os aforismos s\u00e3o enunciados que n\u00e3o necessariamente decorrem de uma ordem pr\u00e9-estabelecida. Podemos acrescentar que eles se sustentam numa enuncia\u00e7\u00e3o fundada na pr\u00f3pria experi\u00eancia.\u00a0 Em nosso trabalho em dire\u00e7\u00e3o ao ENAPOL certamente iremos nos deter sobre alguns desses aforismos. Ressalto aqui dois deles:\u00a0 \u201cS\u00f3 o amor permite ao gozo condescender ao desejo\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>, o que nos permite estabelecer a distin\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m a articula\u00e7\u00e3o entre amor, desejo e gozo a partir do circuito da puls\u00e3o;\u00a0 e este outro que, podemos dizer, est\u00e1 na porta de entrada\u00a0 do seu \u00faltimo ensino: \u201co Gozo do Outro (&#8230;) do corpo do Outro, que o simboliza, n\u00e3o \u00e9 o signo do amor\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup>[10]<\/sup><\/a>.\u00a0 Evidentemente, n\u00e3o se trata aqui de repetir esses aforismos como mantras, mas antes de privilegiar seu valor de orienta\u00e7\u00e3o, buscando o seu alcance na experi\u00eancia a partir dos elementos que lhe d\u00e3o consist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff8700;\"><strong>*<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por onde buscar, ent\u00e3o, o novo no amor?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vou partir da hip\u00f3tese de trabalho de que aquilo que pode nos orientar em rela\u00e7\u00e3o ao novo no amor aponta para o que lhe possa conferir dignidade.\u00a0 Em sua \u201cNota italiana\u201d, Lacan faz men\u00e7\u00e3o ao que poderia ser um amor mais digno, mais digno \u201cdo que a profus\u00e3o de palavr\u00f3rio que ele constitui at\u00e9 hoje\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> .\u00a0 Podemos dizer que dignidade buscada do lado do amor n\u00e3o deixa de estabelecer um contraste com a \u201cdeprecia\u00e7\u00e3o na esfera amorosa\u201d que Freud havia detectado como fator do desejo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como aferir essa dignidade?\u00a0 Vale lembrar que em sua f\u00f3rmula da sublima\u00e7\u00e3o \u2013 elevar o objeto \u00e0 dignidade da Coisa \u2013 Lacan se serve da resson\u00e2ncia entre \u201cdignidade\u201d e <em>Das Ding<\/em>. Vemos aqui uma indica\u00e7\u00e3o de que um \u201camor mais digno\u201d poderia ser aquele que leva em considera\u00e7\u00e3o o real como imposs\u00edvel \u2013 o <em>Das Ding<\/em> \u2013 que se abriga em cada demanda amorosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por ora, podemos fazer outras indica\u00e7\u00f5es a respeito da dignidade ao amor, derivando da possibilidade de:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Manter, de algum modo, a dist\u00e2ncia entre a conting\u00eancia do encontro amoroso e as tentativas de inscrev\u00ea-lo nas redes do necess\u00e1rio cuja miragem extrema, podemos dizer, se expressa na figura do amor eterno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Levar em considera\u00e7\u00e3o que, ao buscarmos o novo pela vertente da inven\u00e7\u00e3o amorosa, esta dever\u00e1 levar em conta os elementos que, no amor, s\u00e3o da ordem da repeti\u00e7\u00e3o. Em outras palavras, considerar que o novo no amor, na perspectiva da inven\u00e7\u00e3o, diz respeito sobretudo a novas modalidades de lidar com o que se repete, ou ainda, \u00e0 possibilidade de conferir nova forma \u2013 sinthom\u00e1tica, dizemos \u2013 ao que se manifesta da aus\u00eancia de rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Considerar que o amor implica condescender a um modo de satisfa\u00e7\u00e3o da puls\u00e3o, n\u00e3o como ren\u00fancia, mas como escolha e responsabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao que ir\u00e1 se produzir como satisfa\u00e7\u00e3o substitutiva. Isso implica consentir entrar nos \u201clabirintos do amor\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\"><sup>[12]<\/sup><\/a>, com suas mensagens cifradas, suas miragens, seus enganos e desenganos, suas cren\u00e7as e descren\u00e7as.\u00a0 Elementos esses que, podemos dizer, participam de uma nova alian\u00e7a com o gozo, para al\u00e9m da alian\u00e7a \u201cidiota\u201d com o gozo do Um e seu car\u00e1ter aditivo e auto referido.\u00a0 Em outras palavras, consentir em entrar no jogo do amor \u00e9 levar em considera\u00e7\u00e3o que toda busca por um \u201cmatch\u201d n\u00e3o pode perder de vista o que, em cada um, \u00e9 imposs\u00edvel de fazer par.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Lan\u00e7ar m\u00e3o, na esfera do amor, daquilo que tem valor de \u201ccarta\/letra de amor\u201d, sabendo que o que a\u00ed se veicula, para al\u00e9m dos significantes, \u00e9 da ordem de um real que se aloja na materialidade de seus suportes.\u00a0 Em nossa \u00e9poca, isso equivale a considerar tudo que se mobiliza em termos de palavras e mensagens, bem como os signos de leitura, de resposta, ou de um simples \u201clike\u201d. Mas \u00e9 tamb\u00e9m levar em conta a sua destina\u00e7\u00e3o, as rea\u00e7\u00f5es e efeitos que essas mensagens provocam, que \u00e9 por onde muitas vezes se revela o elemento pulsional do que est\u00e1 em jogo: salvar, apagar, deletar, bloquear, silenciar, arquivar&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros aspectos se fazem presentes do lado da dignidade do amor, como aqueles que os testemunhos de passe nos revelam. A partir desses testemunhos, certamente teremos a oportunidade de agregar novos elementos a esse amor mais digno.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff8700;\"><strong>*<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para concluir: n\u00e3o podemos perder de vista que a realiza\u00e7\u00e3o mesma desse ENAPOL, nas condi\u00e7\u00f5es atuais de distanciamento e de limita\u00e7\u00e3o dos deslocamentos, n\u00e3o deixa de ser, de novo, uma aposta no amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ram Mandil<\/strong> (EBP)<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Miller, <em>Un esfuerzo de poesia<\/em>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2016, p.263-274.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> (&#8230;) una \u00e9poca en la cual la grieta (b\u00e9ance) intr\u00ednseca al goce ya no se parapeta tras el padre\u201d. In: Miller, J-A, <em>Un esfuerzo de poesia<\/em>, p.291.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Freud, S. Observa\u00e7\u00f5es sobre o amor transferencial. In: <em>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud<\/em>. Rio de Janeiro: Imago; 1975. v. 12, p.261.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Lacan, J. <em>O Semin\u00e1rio livro 20: mais, ainda<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 26.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> Miller, ibid., p.291.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Lacan, J. Vers un signifiant nouveau.\u00a0 In: <em>Ornicar?<\/em>, n\u00ba 17-18, printemps 1979, p.23 .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> Lacan, J. <em>O Semin\u00e1rio livro 20: mais<\/em>, ainda, p.91.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a> Ver sobretudo a passagem sobre uma autoer\u00f3tica do saber no texto \u201cEm dire\u00e7\u00e3o \u00e0 adolesc\u00eancia\u201d, de Jacques-Alain Miller. In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>. S\u00e3o Paulo: Eolia, 2016, n. 72. p. 20-30.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> Lacan, J. <em>O Semin\u00e1rio livro 10: a ang\u00fastia<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p.197.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> Lacan, <em>O Semin\u00e1rio livro 20: mais, ainda<\/em>, p.12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> Lacan, J. \u201cNota italiana\u201d. In: <em>Outros escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003, p.315.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\"><sup>[12]<\/sup><\/a> Miller, J-A. Os labirintos do amor. In: <em>Correio<\/em>. S\u00e3o Paulo: revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, n.56, agosto de 2006, p.14-19.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":188,"menu_order":106,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"portfolio_category":[6],"portfolio_skills":[],"portfolio_tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/219"}],"collection":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/avada_portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=219"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/219\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":222,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/219\/revisions\/222"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/188"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=219"},{"taxonomy":"portfolio_skills","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_skills?post=219"},{"taxonomy":"portfolio_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/enapol.com\/xpt\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tags?post=219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}