A lógica do não-todo, entre o contingente e o particular (alguns, às vezes), abre uma via possível para abordar o enigma do feminino, através do amor.

Podemos localizar a palavra de amor como um dizer que produz uma ressonância no corpo? Um gozo no corpo que permita, enquanto dure a contingência do encontro, uma forma de vínculo real1 entre o Um sozinho e ao-menos-um.

Gabriela Urriolagoitia
(NEL – AMP)

 

1 Indart Juan Carlos, “Una Política del amor real en Psicoanalisis”, inédito