“Polis amor” convida a brincar com o mal-entendido. Desde a polis, como espaço social onde se tecem os laços, até o poli, vinculado à pluralidade, o múltiplo e também o diverso.

“Polis amor” será o espaço onde analistas e não analistas contribuem com suas leituras e articulações sobre a pergunta que nos convoca neste Encontro: o que é o novo no amor? Quais modalidades contemporâneas dos laços? Como isso se expressa na cidade, na arte, nos discursos da cultura?

Nos deixar ensinar pelo que diz a literatura, a poesia, a música, o cinema, o que dizem as paredes da cidade, os atores da polis, quase continental das nossas três Escolas, sobre o poli dos laços e do amor, essa é a aposta!

Estamos todos provocados e convidados. Iremos lendo o um a um na resposta singular a esta proposta de elaboração.